segunda-feira, 9 de abril de 2012

Educação ambiental

 

   A um processo pedagógico é para que as crianças desde bem pequenos saibam como discutir, sobre os problemas do ambiente.
   No ambiente  escolar as crianças devem, brincar e discutir para perceberem como podem exercer um papel na sociedade, melhorando o ambiente em que vivem. Precisam ser incentivados a mostrar suas preocupações aos pais
   A escola deve desenvolver atividade ao ar livre com a finalidade de mostrá-los o quanto a natureza é importante para as nossas vidas.
   Ela é lei desde 27 de Abril de 1999 em seu art.2° afirma : "A é um componente essencial e permanente da nacional , devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em carácter formal e não-formal".www.sua.pesquisa.com http://www.google.com.br/imgres

"Não ao desmatamento"

   Desde pequenos devemos ensinar as nossas crianças sobre o valor da nossa natureza e que a cada dia vemos menos verde , graças à crescente destruição e com ela estão desaparecendo os mais variados tipos de espécies, que poderiam ser usadas na alimentação e até mesmo na cura de doenças.
   As nossas árvores  tem entre outras funções proteger o solo, para que as águas passe bem lentamente para o solo e com o desmatamento isso não é possível ocorre a erosão.
   A nossas arvores sã arrancadas sem nenhuma pena para serem queimadas para fins próprios contribuindo para o aquecimento global, amiguinhos cuidar de nossas árvores.www.colegioweb.com.br

https://lh5.googleusercontent.com/-IBMy5HtT8U8/RpVE_O7vDiI/AAAAAAAAAew/4gCI-58pPdE/s492/262626kjjkll.jpg

http://www.youtube.com/watch?v=HktsC921d44

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Defesores do Meio Ambiente

“Defensores do Meio Ambiente”
 O instituto Salve o Planeta Terra , tem o objetivo de implantar programas de conscientização ambiental para crianças e jovens , com programa de integração social e com a missão de promover programas e projetos direcionados ao Meio Ambiente , a aprendizagem infantil leva ao ambiente familiar entre os adultos toda uma consciência sobre o Meio Ambiente .
Desde a infância este assunto sendo trabalhado acreditamos que poderemos fazer uma pequena parte para melhorarmos a vida do Planeta Terra naquilo que se refere  á preservação do meio ambiental.                                                          
Nos dias atuais é muito importante que seja abordado e explorado o meio ambiente desde a infância para que as crianças conheçam e valorizem a preservação da natureza, a água, a divisão do lixo (coleta seletiva e reciclagem), as plantas e os animais de várias espécies.
Precisamos plantar a semente da conscientização para preservar nossos recursos naturais e promover um desenvolvimento sustentável.
Este projeto tem como principal objetivo conscientizar as crianças sobre a importância do meio ambiente em nossas vidas , e explorar o meio ambiente de forma contextualizada e incentivar o cuidado e a preservação desde a primeira infância e proporcionar nossas experiências e vivências , ampliando o conhecimento estimulando a criatividade e a imaginação.    
Provocar a articulação e mobilização de crianças sobre o temas referentes ao Meio Ambiente , tanto na teoria como na prática , desabrochar nas crianças a vontade de pensar sobre o Planeta Terra .www.salveoplanetaterra.org.br

quinta-feira, 5 de abril de 2012

ATITUDES ECOLÓGICAS PARA AS CRIANÇAS

 ATITUDES ECOLÓGICAS PARA AS CRIANÇAS
Falar sobre ecologia e sobre o que é correto para vivermos melhor está na moda. Mas podemos fugir de ficar apenas no discurso e realmente incluir atitudes ecológicas no nosso cotidiano, servindo de exemplo para as crianças que convivem conosco.
Ensinar os pequenos a cuidar do meio ambiente e reciclar é incentivar desde cedo à interação com a natureza e adotar atitudes simples no cotidiano que podem fazer grande diferença no futuro.
Na prática é simples, que ver? É muito comum os pais deixarem os filhos no chuveiro minutos a fio. Ao contrário, devemos ensinar as crianças que água é valiosa. Ao invés da brincadeira rolar solta debaixo do chuveiro, que tal levar uma bacia para o banheiro e encher de água e brinquedos? Garanto que o banho será muito mais gostoso e lúdico.

Reduzindo o impacto ambiental

Viver num mundo ecologicamente perfeito ainda está distante da nossa realidade. Mas dá para diminuir o impacto ambiental da nossa existência, despertando e ensinando atitudes básicas em casa, como separar o lixo úmido do seco, reutilizar água, usar a iluminação das janelas e não deixar a luz acesa no quarto quando sair, desligar a televisão, cuidar do jardim, plantar uma horta caseira e cuidar dos animais. São formas simples e acessíveis para ensinar que podemos viver de forma sustentável.
Sustentabilidade é suprir as necessidades da geração atual sem afetar as gerações futuras. E para isso três palavras com a letra "R" são importantes: reduzir, reutilizar e reciclar.
Reduzir talvez seja a mais difícil, pois implica numa mudança de hábitos da família, educando o consumo e recusando produtos que não sejam ecológicos. Podemos ensinar as crianças a optarem por produtos ecologicamente corretos, como por exemplo, cadernos com folhas recicladas. No começo talvez não seja fácil, mas juntos vocês podem reinventar uma bela capa para o caderno com o personagem preferido do pequeno.
Reutilizar significa questionar se aquilo que o pequeno tem é necessário, pois se não for poderá ser doado para outra criança. Uma forma é arrumar a bagunça do armário de roupas e brinquedos. Quantas coisas são guardadas e com o tempo perdem a utilidade e poderiam ser úteis para outros? Além de ajudar a reutilizar, a criança também aprende a valorizar o que possui. Na escola essa atitude também poderá ser incentivada, como trocar livros no início do ano letivo para que eles tenham uma vida útil maior.
O terceiro "R", reciclar, poderá ser o mais prazeroso para a família! Alguns materiais podem ir para a coleta seletiva e pequenos objetos podem se transformar em brinquedos. Assim, estimularemos e oferecemos oportunidade para a criatividade da criança e, de quebra, os pais interagem mais com os filhos, ficando mais próximos.
site: personare
COMO PODEMOS MUDAR O FUTURO DAS CRIANÇAS EM RELAÇÃO AO MEIO AMBIENTE!
Uma das atitudes que devemos tomar em relação as crianças e que des de pequenos nos devemos estimula-los para que cresçam com amor ao meio ambiente,para isso separei um pequeno artigo da revista CRESCER que nos motra como devemos ensinar para crianças entre 1 a 3 anos:
Crianças de 1 a 3 anos
Nessa idade, você deve despertar a afetividade de seus filhos pelo meio ambiente e a natureza, além de propor atividades que prezem pela coordenação motora e que estimulem a curiosidade.
-Ao contar histórias, transforme os animais considerados "vilões" (como o lobo mau) em personagens bons e que podem precisar da ajuda das crianças porque estão ameaçados (como no caso do lobo-guará, por exemplo).

-Crie oportunidades para as crianças tocarem, cheirarem e sentirem árvores, sementes, flores, folhas, grãos de areia e de terra. Explique que tudo faz parte da "mãe natureza".

-Outra boa ideia é apresentar diferentes animais e plantas que seus filhos veem apenas nos livros da escola. Para isso, vale ir a zoológicos, bosques, fazendas e sítios.

-Envolva a criançada em atividades de plantio e ajude-os a compreender como é importante cuidar bem da muda (uma pequena horta, uma árvore ou uma flor) para que a planta cresça e se desenvolva.

-Assim como aprendem a guardar os brinquedos, seus filhos podem começar a separar os diferentes tipos de lixo, como o seco do úmido e aquelas sucatas que podem ser usadas para brincadeiras lúdicas (amontoar, encaixar, colorir). Assim, fica mais fácil explicar que aquele lixo terá uma nova utilidade e não será descartado na natureza.

-Já é hora de explicar às crianças que elas devem fechar a torneira quando não estiverem escovando os dentes e que a luz deve ser desligada sempre que saírem do quarto ou do banheiro.

-Outra dica: estimule seu filho a sempre usar os dois lados de uma folha quando estiver desenhando.
Fontes: Instituto Supereco; Casinha na Árvore; Floresta Park Adventure e Turismo Ambiental
A PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO E O MEIO AMBIENTE

Podemos pensar no bem estar do meio ambiente através da adoção de uma postura correta nas escolas frente às dificuldades que a natureza vem enfrentando na atualidade nos valendo de ensinamentos desenvolvidos por grandes teóricos que atuaram no campo da psicologia buscando moldar a educação rumo a estes objetivos.
Assim, ao pensamos em John Broadus Watson que se preocupou em estudar os eventos ambientais (estímulos) e o comportamento observável (resposta), porque não tentarmos desenvolver por parte dos educadores estímulos favoráveis ao desenvolvimento sustentável, e ao meio ambiente desde a infância, a fim de que no futuro tenhamos um adulto que ofereça ao mundo uma resposta sempre positiva ao meio ambiente.
Será que a psicologia da educação também não pode estar presente atuando neste sentido?
E porque não pensarmos também em Albert Bandura que nos ensinou como a televisão e outros fatores presentes em nosso cotidiano podem influenciar o comportamento infantil, uma vez que em suas pesquisas demonstrou que o modelo influencia a tendência da criança em imitá-lo, logo, modelos favoráveis que estabeleçam respeito ao meio ambiente podem ser decisivos ao desenvolvimento de adultos que tenham padrões de comportamento de respeito ao meio em que vive.
Podemos, inclusive, avançarmos e chegarmos a Lev Vygostsky e sua teoria sócio-interacionista, onde o meio ambiente social exerce forte influência no processo de construção de significados pelos indivíduos e do papel da escola na transmissão desse conhecimento, que se conduzido de forma a passar ao educando respeito ao meio ambiente, esta poderia ser a forma de se atingir a internalização desse comportamento desde a infância.
Logo, percebemos como os educadores podem dispor de diversos mecanismos, desenvolvidos e pensados por teóricos no passado, mas que podem se aplicados no presente contribuindo efetivamente a fim buscar uma educação na sociedade cujo desenvolvimento sustentável seja uma realidade na vida escolar.

domingo, 11 de março de 2012

Educar para um futuro melhor!

UMA BREVE REFLEXÃO SOBRE O ASSUNTO...

Atualmente, muito se tem falado sobre desenvolvimento sustentável que nada mais é do que fazer com que a sociedade satisfaça as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem suas próprias necessidades.
Na verdade, temos a sensação de estarmos buscando um nivelamento entre o desenvolvimento tecnológico que conseguimos atingir em diversos níveis do conhecimento e a falta de consciência sobre a importância do meio ambiente para as sociedade atuais e futuras.
Então podemos remeter o leitor a uma reflexão sobre o fato de que o homem de uma época mais antiga agia na natureza com mais harmonia, como podemos citar o exemplo da população que habitava às margens do Rio Nilo, onde apesar de não possuírem técnicas agrícolas desenvolvidas, aguardavam o período das “cheias” do rio para utilizar o solo fertilizado; enquanto que com a evolução do homem, com desenvolvimento da sociedade com técnicas agrícolas, agropastoris, meios de transporte, com surgimento da troca dos excedentes da produção; podemos observar que não houve um desenvolvimento em termos de educação e de cuidado com o meio em que vive.
Em 1995, a Comissão das Nações Unidas para Desenvolvimento Sustentável aprovou um conjunto de indicadores de desenvolvimento sustentável, com intuito de servirem como referência para os países em desenvolvimento ou revisão de indicadores nacionais de desenvolvimento sustentável, tendo sido aprovados em 1996, e revistos em 2001 e 2007 e, nos chama atenção alguns indicadores tais como a questão da Pobreza, Saúde, Educação e Padrões de Consumo da População.
Ma será que basta apontar os indicadores se, na verdade, estes fazem parte de uma questão muito mais complexa, pois se verifica que a cidade tem sido um laboratório no qual a sociedade vivencia os dramas e desafios da sua coesão social e experimenta formas de superar as ameaças à sua manutenção.
A questão do respeito ao meio ambiente, ao desenvolvimento sustentável encontra-se de fato muito ligada a questão da educação e da conscientização, porque o comportamento da camada mais pobre da população demonstra, de um modo geral, que se comportam como excluídos, refletindo isso em sua conduta com o meio.
Encontramos no livro “Os Condenados da Cidade” de Loic Wacquant, algumas reflexões muito interessantes acerca do desencadeamento da pobreza, de favelas, guetos, enfim, dos lugares onde se concentram a camada mais pobre ou segregada da população por diversos fatores em diferentes países, e suas consequências, nos trazendo também que nas décadas de crescimento que se seguiram aos tramas da depressão e da guerra em meados do século XX, as ricas sociedades do Ocidente capitalista passaram a pensar em si mesmas como pacíficas, coesas e igualitárias – numa palavra, civilizadas tanto no sentido comum e moralmente efusivo do vocábulo, denotando a forma mais acabada de cultura e vida humana, como no sentido de “civilizador”, encontrando neste momento, por que não pensar, a “semente” para o desenvolvimento de assuntos que tratem da cultura do mundo em sentido “lato” envolvendo inclusive o tema, da sustentabilidade.
Esta reflexão foi apenas para pensarmos que a questão do desenvolvimento sustentável não se resume a dados, faz parte, na verdade de uma imensa engrenagem que tem se apresentado diante de nós através dos séculos.
Então perguntamos, em que consiste o desenvolvimento da sociedade capitalista?
Como se conseguir um equílíbrio entre o crescimento econômico, equidade social e proteção ao meio ambiente?
E nesse universo de desenvolvimento da cultura surge a figura, singela, mas muito ativa, responsável por auxiliar na conscientização das pessoas sobre a questão da sustentabilidade, do respeito ao meio ambiente, enfim, educadores de verdade...

Educadores do futuro

          O pedagogo é um profissional capaz de atuar em diversos âmbitos educativos e de responder às diversas demandas e exigências de uma sociedade cada vez mais complexa. Para tanto, precisa estar preparado para enfrentar, com criatividade e competência, os problemas do cotidiano, ser flexível, tolerante e atento às questões decorrentes da diversidade cultural que caracteriza nossa sociedade. 
atuar nas questões da preservação ambiental é mais uma de suas atribuições,ou características; como o próprio nome é bem sugestivo ”Rio + 20 O futuro que queremos”; nada melhor que propormos desde já as nossas crianças, usando para isso a pedagogia. Pretendemos tratar não de forma reduzida, nem enxugar o tema; mas de uma forma a construir no decorrer do semestre. O trabalho propõe-se a abordar a temática no cenário internacional. Inicia-se por demonstrar como a evolução da questão
 está intrinsecamente relacionada ao meio ambiente equilibrado como , o que se afigura como premissa.
Palavras-chave: fundamentos, propósito, alcance.
Fundamentos:
            MEIO AMBIENTE - DIREITO À PRESERVAÇÃO DE SUA INTEGRIDADE (CF, ART. 225) - PRERROGATIVA QUALIFICADA POR SEU CARÁTER DE METAINDIVIDUALIDADE - DIREITO DE TERCEIRA GERAÇÃO (OU DE NOVÍSSIMA DIMENSÃO) QUE CONSAGRA O POSTULADO DA SOLIDARIEDADE - NECESSIDADE DE IMPEDIR QUE A TRANSGRESSÃO A ESSE DIREITO FAÇA IRROMPER, NO SEIO DA COLETIVIDADE, CONFLITOS INTERGENERACIONAIS - ESPAÇOS TERRITORIAIS ESPECIALMENTE PROTEGIDOS (CF, ART. 225, § 1º, III) - ALTERAÇÃO E SUPRESSÃO DO REGIME JURÍDICO A ELES PERTINENTE - MEDIDAS SUJEITAS AO PRINCÍPIO CONSTITUCIONAL DA RESERVA DE LEI - SUPRESSÃO DE VEGETAÇÃO EM ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE - POSSIBILIDADE DE A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, CUMPRIDAS AS EXIGÊNCIAS LEGAIS, AUTORIZAR, LICENCIAR OU PERMITIR OBRAS E/OU ATIVIDADES NOS ESPAÇOS TERRITORIAIS PROTEGIDOS, DESDE QUE RESPEITADA, QUANTO A ESTES, A INTEGRIDADE DOS ATRIBUTOS JUSTIFICADORES DO REGIME DE PROTEÇÃO ESPECIAL - RELAÇÕES ENTRE ECONOMIA (CF, ART. 3º, II, C/C O ART. 170, VI) E ECOLOGIA (CF, ART. 225) - COLISÃO DE DIREITOS FUNDAMENTAIS - CRITÉRIOS DE SUPERAÇÃO DESSE ESTADO DE TENSÃO ENTRE VALORES CONSTITUCIONAIS RELEVANTES - OS DIREITOS BÁSICOS DA PESSOA HUMANA E AS SUCESSIVAS GERAÇÕES (FASES OU DIMENSÕES) DE DIREITOS (RTJ 164/158, 160-161) - A QUESTÃO DA PRECEDÊNCIA DO DIREITO À PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE: UMA LIMITAÇÃO CONSTITUCIONAL EXPLÍCITA À ATIVIDADE ECONÔMICA (CF, ART. 170, VI) - DECISÃO NÃO REFERENDADA - CONSEQÜENTE INDEFERIMENTO DO PEDIDO DE MEDIDA CAUTELAR. A PRESERVAÇÃO DA INTEGRIDADE DO MEIO AMBIENTE: EXPRESSÃO CONSTITUCIONAL DE UM DIREITO.(fonte: CRFB 1988).
Propósito:
Os tratados internacionais de meio ambiente, ao protegerem o ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, apresentam estatura supra legal no ordenamento jurídico brasileiro. Ferramenta importante no equilíbrio social, "A escolha é nossa: formar uma aliança global para cuidar da Terra e uns dos outros, ou arriscar a nossa destruição e a da diversidade da vida."
(Carta da Terra)
               Como se pode observar, vivencia-se, na verdade, uma nova visão do mundo, uma Weltanschauung, em que se rompem fronteiras, não somente geográficas, mas também políticas, econômicas, sociais, culturais e jurídicas. Assim é que, no convívio deste mundo que se unifica, são crescentes as preocupações com temas comuns à toda "aldeia global", com ecologia.
 Durante as décadas de 1940 e 1950, houve repercussão internacional da questão da poluição, o que ensejou a criação de diversos órgãos ambientais relevantes de alcance internacional, tais quais as organizações não-governamentais Internacional Union for Conservation of Nature (UICN) e o World Wildlife Fund (WWF).
 Nesse sentido, verifica-se que o movimento ambiental já se havia difundido quando, em 1972, consagrou-se o tema ambiental na Conferência de Estocolmo. O tratado ali fomentado revestiu-se de especial destaque em face dos seguintes fatores.
                 A universalização do tema ambiental também se reflete na jurisprudência de tribunais internacionais, na irrupção de uma governança global e na legislação, esta através da incorporação crescente do tema em tratados internacionais.
ALCANCE:

             Ora, se o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado pode ser considerado como uma extensão do direito à vida, quer seja enfocando a existência física e a saúde humana, quer seja enfocando a dignidade desta existência, ou seja, a qualidade de vida proporcionada. O meio ambiente é direito fundamental, conforme o artigo 225, caput da Constituição Federal, 1º Princípio da Conferência de Estocolmo (1972), 1º Princípio da Declaração do Rio de Janeiro (1992) e reafirmado no 4º princípio da Carta da Terra de 1997.
           O mesmo raciocínio se presta a evidenciar quão fundamental é o direito a Educação Ambiental para o exercício efetivo da dignidade humana e bem estar social, tal como o é o direito ao meio ambiente (art. 225 “caput” da CF/88).
Artigo 3º  Como parte do processo educativo mais amplo, todos têm direito à Educação Ambiental, incumbindo:
I – ao Poder Público, nos termos dos artigos 205 e 225 da Constituição Federal, definir políticas públicas que incorporem a dimensão ambiental, promover a Educação Ambiental em todos os níveis de ensino e o engajamento da sociedade na conservação, recuperação e melhoria do Meio Ambiente;
                                                                         
II – às instituições educativas, promover a Educação Ambiental de maneira integrada aos programas educacionais que desenvolvem;
III- aos órgãos integrantes do Sistema Nacional de Meio ambiente – SISNAMA, promover ações de Educação Ambiental integradas aos programas de conservação, recuperação e melhoria do Meio Ambiente;