terça-feira, 8 de maio de 2012

DESCRIÇÃO DA VISITA AO BLOG: ENERGIA PARA TODOS


SITE DO BLOG: www.energiaavm.blogspot.com

O blog parece ter sido abandonado pelos participantes porque a última postagem foi em março de 2012.

DESCRIÇÃO DA VISITA AO BLOG: EDUCAÇÃO É AMOR

SITE DO BLOG:  www.educacamor.blogspot.com

 Ao visitar o blog foi possível perceber:
Um tom agradável de rosa que dá um ar romântico mas que a idéia de natureza e de sustentabilidade fica em segundo plano quando podemos observar pássaros ao fundo.

Quanto ao conteúdo:
Não obstante haver uma relação de links de notícias que podem ser visitados por quem está no blog acredito que faltou conteúdo em termos de comentários de seus integrantes, participação efetiva do grupo; na verdade, fala de amor mas faltou emoção.
Por isso, entendo que o blog merece ser revisto para cumprir o objetivo proposto.

DESCRIÇÃO DA VISITA AO BLOG: SOCIO RIO MAIS 20 - RECURSOS HÍDRICOS


SITE DO BLOG: http://socioriomais20.blogspot.com.br/

O blog possui um plano de fundo interessantíssimo, com um gif animado, na altura do título, bem legal. O layout é pertinente ao tema, fazendo referência a um oceano. As postagens ficaram espremidas num canto bem reduzido, o que poderia ter ficado melhor se fosse utilizado um espaço maior para tal.  O site possui um número de postagens de acordo com o número mínimo exigido pela tutoria, entretanto, senti falta de um número mais farto de figura e vídeos.

Um blog que impacta pela seu plano de fundo, mas que poderia ter organizado seus conteúdos um pouco melhor.

DESCRIÇÃO DA VISITA AO BLOG: RECURSOS HÍDRICOS: A PEDAGOGIA DA CONSCIENTIZAÇÃO

SITE DO BLOG: http://grupoprimeirorio.blogspot.com.br/

O blog possui um plano de fundo bastante bonito e pertinente ao tema, com uma espécie de água corrente, que impacta bastante quem olha pela primeira vez. A visualização e disposição do conteúdo vai além da tela do computador, gerando um pouco de confusão e estranheza. O site possui um número bastante grande de postagens, superando de longe o número mínimo exigido pela tutoria, entretanto, as postagens poderiam possuir mais fotos ou vídeos.

Um bom blog, adequado ao que se pede, porém poderia ter ido um pouco além.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

DESCRIÇÃO DA VISITA AO BLOG: PEDAGOGIA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL


SITE DO BLOG: http://projetointerdisciplinaravm.blogspot.com.br/

Ao visitar o referido site foi possível perceber:
o plano de fundo do site é num tom pastel agradável e não cansativo, com pássaros, que fazem uma menção à natureza, no canto superior direito do site. O título em letras garrafais encontra-se sobre escrito à uma imagem alusiva ao desenvolvimento sustentável, destacando-se do fundo.
O tema Pedagogia e Desenvolvimento Sustentável está acordo com o que foi proposto no projeto e perpassa corretamente ao tema gerador: Rio+20. As postagens foram bastante interessantes, com duas fotos muito boas, especialmente a do lobo em pele de cordeiro, entretanto não atingiu o número mínimo de postagens. A descrição do Blog é bem clara e direta, explicitando bem o que os autores pretendem.

O Blog PEDAGOGIA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL está bem feito e condiz com o tema, entretanto pecou pelo reduzido número de postagens.

DESCRIÇÃO DA VISITA AO BLOG:DIDÁTICA VERDE

SITE DO BLOG: http://didaticaverde.blogspot.com.br/

Ao visitar o referido site foi possível perceber:
o layout do site é bastante agradável e a cor do plano de fundo não agride os olhos, com um ramo de folhas  que gera um certo charme clássico ao ambiente. O título em letras irregulares gera um interessante contraste com o fundo.
O tema está de acordo com o que foi proposto no projeto. O número de postagens também se apresenta dentro do mínimo especificado pelos tutores. A grande maioria das postagens têm fotos, agregando significado a elas.

O Blog DIDÁTICA VERDE está muito bem feito e condizente com o que é proposto.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

REFLEXOS DO ETNOCENTRISMO SOBRE O MEIO AMBIENTE

REFLEXOS DO ETNOCENTRISMO SOBRE O MEIO AMBIENTE
“Porque mudar? Como é importante educar nossas crianças sabendo lidar com as diferenças...”
                Como bem afirmou uma antropóloga do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) a floresta ainda existe graças à ação de pessoas como as das quilombolas, que lutam pela sua liberdade numa história que começou no século XVII, no período colonial, época em que os europeus enxamearam no novo Mundo para dominar uma vastidão quase despovoada e quem diria; os europeus que eram os protagonistas da história perderam a atenção que se voltou para as duas populações majoritárias: africana e indígena.
                Como se sabe o etnocentrismo  pode ser definido  como uma visão de mundo onde  determinado  grupo é tomado  como centro de tudo e todos os outros  são pensados e sentidos através dos valores daquele,  por se julgar superior.  E foi exatamente isso que aconteceu quando iniciou a colonização de norte a sul nas Américas, onde ex-escravos e indígenas fundavam povoações híbridas conhecidas, em inglês, como comunidades marrons, do espanhol cimarrón, ou fugitivos.
                A complexa interação entre negros e nativos é um drama oculto que tanto historiadores quanto arqueólogos há pouco começaram a desvendar.
                O fato é que nessa luta pela liberdade e sobrevivência, os escravos e indígenas, guardaram reservas de valor inestimável ao meio ambiente.
                Escravos se escondiam em quilombos, protegidos por um labirinto de rios e por matas impenetráveis, resistindo durante séculos e, mesmo após abolição da escravatura no Brasil em 1888, não houve o término da discriminação o que fazia com que continuassem escondidos.
                Nos anos de 1960, o governo militar brasileiro decidiu desenvolver a bacia Amazônica, com a justificativa de que seria o destino da nação, destruindo grandes extensões florestais.  Especuladores queriam fazer dinheiro rápido: desmatavam, abriam pastos para fazendo de gado e procuravam o próximo comprador. Inúmeros quilombos foram dizimados.  Mas muitos conseguiram sobreviver, entre eles o  Baixo Bajuru.
                Nessa multidão de negros está Bettina dos Santos, nascida há cerca de 70 anos, que não pôde ir à escola, e arriscou a vida para protestar contra o desmatamento.  E esta é apenas um exemplo que resistiu bravamente à ação nefasta sobre o meio ambiente  do homens que almejavam o enriquecimento.
                Em 1980, geólogos descobriram a bauxita e o caulim na bacia hidrográfica adjacente, também ocupada por quilombolas e mais uma vez as terras foram loteadas pelo governo, que licenciou para as mineradoras e mais uma vez estava Dona Bettina na luta e acabou por conquistar o título de posse em 2008, do Baixo Bajuru.
                Enfim, como já dissemos esta é apenas uma história, assim como a da fundadora dessa nação de quilombola, Aqualtune, uma princesa e chefe guerreira angolana, escravizada em uma guerra congolesa por volta de 1605, que logo após chegar ao Brasil, grávida, escapou com alguns de seus soldados e refugiou-se na serra da Barriga, e construiu Palmares.  Hoje a antiga área do quilombo é uma reserva protegida. 
                O esforço para a salvar a floresta trouxe conseqüências impremeditadas aos quilombos.  O surto de desmatamento na Amazônia nos anos 1970 provocou furor mundial.  O líder seringalista Chico Mendes, do Acre, liderou uma campanha pelo reconhecimento da importância da Floresta Amazônica e dos direitos dos seus povos tradicionais, incluindo os moradores dos quilombos e após a promulgação da Constituição Federal democrática de 1988, Chico Mendes foi assassinado.
                Enfim, muito se lutou, muitos morreram em uma guerra silenciosa dentro da Floresta Amazônica, e queremos ressaltar a fundamental importância da resistência dos indígenas e negros neste processo de defesa do meio ambiente que, sendo vítimas do etnocentrismo levantaram a bandeira em defesa não só da sobrevivência de seu povo como em defesa da natureza.

FONTE DE PESQUISA:
O QUE É ETNOCENTRISMO, de Everardo P. Guimarães Rocha, Editora Brasiliense, 1988
REVISTA NATIONAL GEOGRAPHIC, Abril 212, Ano 1